Nem toda empresa precisa de assessoria de imprensa desde o primeiro dia. Em alguns momentos, o investimento pode fazer pouco sentido. Em outros, porém, a ausência de uma estratégia de relações públicas pode fazer com que a empresa perca oportunidades de crescimento, autoridade e reconhecimento.
A grande questão é identificar quando chegou o momento certo.
Uma empresa pode estar crescendo, lançando um produto, entrando em um novo mercado, recebendo investimentos, expandindo sua operação, enfrentando concorrentes maiores ou simplesmente percebendo que precisa ser mais conhecida.
Em todos esses cenários, a assessoria de imprensa pode desempenhar um papel importante.
Mas contratar uma assessoria não significa simplesmente enviar releases para jornalistas.
O trabalho envolve identificar histórias relevantes, transformar informações da empresa em pautas jornalísticas, aproximar especialistas dos veículos de comunicação e construir uma presença consistente na mídia.
Para algumas empresas, o momento de contratar uma assessoria surge quando existe uma grande novidade.
Para outras, surge justamente quando percebem que já possuem bons produtos, bons resultados e conhecimento, mas ainda são pouco conhecidas pelo mercado.
Neste artigo, a PressWorks apresenta os principais sinais de que uma empresa pode estar pronta para investir em assessoria de imprensa e explica como essa estratégia pode ser utilizada de maneira prática.
O que faz uma assessoria de imprensa?
Antes de entender quando contratar o serviço, é importante compreender o que uma assessoria de imprensa realmente faz.
A assessoria atua na comunicação entre uma empresa e os veículos de comunicação. Seu trabalho é identificar informações que possam gerar interesse jornalístico e apresentá-las aos jornalistas de maneira adequada.
Entre as atividades mais comuns estão:
planejamento de comunicação;
identificação de pautas;
produção de releases;
relacionamento com jornalistas;
sugestão de fontes;
organização de entrevistas;
preparação de porta-vozes;
divulgação de pesquisas e dados;
acompanhamento de oportunidades editoriais;
monitoramento de publicações;
análise dos resultados.
O trabalho começa antes da publicação.
Uma boa assessoria precisa entender o negócio, o mercado, os concorrentes, os objetivos da empresa e os assuntos nos quais seus executivos podem contribuir como especialistas.
A partir disso, busca oportunidades para inserir a empresa em discussões que já estão acontecendo ou que podem interessar à imprensa.
Por isso, assessoria de imprensa é diferente de publicidade.
Na publicidade, a empresa compra espaço para transmitir uma mensagem.
Na assessoria de imprensa, busca-se conquistar espaço editorial a partir da relevância de uma pauta.
10 sinais de que sua empresa precisa de assessoria de imprensa
Não existe uma regra única para determinar o momento de contratar uma assessoria.
Entretanto, alguns sinais aparecem com frequência em empresas que já possuem estrutura e histórias suficientes para desenvolver uma estratégia de relações públicas.
1. A empresa está crescendo, mas ainda é pouco conhecida
Esse talvez seja um dos principais sinais.
A empresa está aumentando o faturamento, conquistando clientes, contratando funcionários e expandindo suas operações, mas poucas pessoas fora de sua base atual conhecem a marca.
Isso acontece com frequência em empresas B2B.
O negócio pode ser relevante dentro de determinado setor, mas não possuir reconhecimento proporcional ao seu tamanho.
A assessoria de imprensa pode ajudar a transformar resultados internos em histórias de interesse público.
Por exemplo, em vez de simplesmente comunicar que uma empresa cresceu, é possível analisar por que aquele mercado está crescendo, quais tendências estão impulsionando a demanda e como o comportamento dos consumidores está mudando.
A empresa passa a participar da conversa sobre o mercado.
2. A empresa está lançando um novo produto ou serviço
Lançamentos são momentos naturais para trabalhar relações públicas.
Mas existe uma diferença importante entre anunciar um produto e criar uma pauta sobre ele.
Um release dizendo apenas que determinada empresa lançou uma nova solução pode ter interesse limitado.
Já uma pauta que mostra uma mudança de comportamento do consumidor e apresenta a nova solução como parte desse movimento pode ser mais relevante.
Por isso, o papel da assessoria é encontrar o ângulo jornalístico.
Um lançamento pode gerar pautas relacionadas a:
inovação;
tecnologia;
comportamento;
economia;
consumo;
sustentabilidade;
empreendedorismo;
tendências de mercado.
Quanto maior o impacto potencial da novidade, maior a possibilidade de transformá-la em uma pauta relevante.
3. A empresa está entrando em um novo mercado
Expansão é outro momento estratégico.
Uma empresa que começa a operar em uma nova cidade, estado ou país possui uma história para contar.
Uma franquia que abre novas unidades, por exemplo, pode trabalhar informações sobre expansão, geração de empregos, comportamento do consumidor e crescimento do setor.
Uma empresa de tecnologia que entra em outro país pode falar sobre as características daquele mercado e sobre a estratégia utilizada para internacionalização.
A assessoria ajuda a transformar a expansão em conteúdo jornalístico.
E existe outro benefício.
A presença na imprensa local pode contribuir para apresentar a empresa a novos públicos justamente no momento em que ela está chegando a determinada região.
4. A empresa precisa construir autoridade
Nem sempre o objetivo da assessoria é divulgar uma novidade.
Às vezes, o objetivo é construir autoridade.
Esse cenário é especialmente importante para empresas de serviços profissionais.
Advogados, médicos, consultores, executivos, empresários, especialistas em tecnologia e profissionais de diversas áreas podem utilizar a imprensa para participar de discussões relacionadas aos seus mercados.
Nesse caso, o profissional deixa de aparecer apenas quando fala sobre sua própria empresa.
Ele passa a ser apresentado como fonte de informação.
Imagine um especialista em logística que comenta os impactos de uma nova tendência nas entregas.
Ou um executivo de tecnologia que explica como a inteligência artificial está modificando determinada atividade.
Ou um empresário do varejo que analisa uma mudança no comportamento dos consumidores.
Essas participações podem contribuir para construir reconhecimento ao longo do tempo.
5. Os concorrentes aparecem mais na imprensa
Outro sinal importante é perceber que os concorrentes estão ocupando espaço editorial enquanto sua empresa permanece praticamente invisível.
Isso não significa que seja necessário disputar cada publicação.
Mas vale observar:
quais empresas aparecem;
quais executivos são entrevistados;
quais assuntos dominam as matérias;
quais veículos cobrem o segmento;
quais dados são utilizados;
quais especialistas estão se tornando referências.
Esse levantamento pode revelar oportunidades.
Talvez a empresa tenha informações tão relevantes quanto as dos concorrentes, mas nunca tenha estruturado uma estratégia para apresentá-las aos jornalistas.
Nesse caso, o problema pode não ser falta de conteúdo.
Pode ser falta de comunicação.
6. A empresa tem dados que ninguém está explorando
Dados são um dos recursos mais valiosos para uma estratégia de assessoria de imprensa.
Uma empresa pode ter informações internas que ajudam a explicar mudanças no mercado.
Pode acompanhar vendas, comportamento de clientes, preferências, crescimento de categorias, expansão regional ou outros indicadores.
Quando esses dados são analisados adequadamente e contextualizados, podem gerar pautas.
Por exemplo:
“Empresa registra crescimento de 40% na procura por determinado serviço.”
Mas existe uma pauta ainda mais interessante:
“Procura por determinado serviço cresce 40% e revela mudança no comportamento dos consumidores.”
A segunda abordagem transforma um dado interno em uma discussão de mercado.
É justamente esse tipo de transformação que uma assessoria de imprensa pode fazer.
7. A empresa está buscando investidores
Empresas que estão em processos de captação ou expansão também podem utilizar relações públicas para fortalecer sua presença no mercado.
A comunicação não deve substituir a estratégia financeira ou comercial, mas pode ajudar a construir visibilidade em torno da empresa, de seus executivos e do mercado em que atua.
Informações sobre:
investimentos;
crescimento;
expansão;
novos produtos;
indicadores;
tecnologia;
modelo de negócio;
mercado de atuação
podem gerar oportunidades editoriais.
Além disso, uma presença consistente na imprensa ajuda a criar um histórico público sobre a empresa.
Isso pode ser particularmente relevante para negócios que estão ampliando sua atuação e precisam ser conhecidos por diferentes públicos.
8. A empresa depende muito de anúncios para ser conhecida
Publicidade é uma ferramenta importante de marketing.
Mas uma estratégia de comunicação baseada exclusivamente em anúncios pode limitar a construção de autoridade.
Isso porque o anúncio é uma mensagem produzida pela própria empresa.
A imprensa oferece outra dinâmica.
Quando um jornalista entrevista um executivo, utiliza dados da empresa em uma reportagem ou apresenta sua análise sobre determinado assunto, a marca aparece dentro de um contexto editorial.
Por isso, muitas empresas combinam publicidade, marketing de conteúdo, redes sociais, SEO e relações públicas.
Cada canal cumpre uma função diferente.
A assessoria de imprensa entra principalmente na construção de reputação, autoridade e visibilidade editorial.
9. A empresa quer fortalecer sua presença digital
A imprensa também ganhou uma nova importância dentro do ambiente digital.
Hoje, quando alguém pesquisa uma empresa, não encontra apenas o site oficial.
Pode encontrar notícias, entrevistas, podcasts, vídeos, artigos, redes sociais e outros conteúdos publicados por terceiros.
Isso significa que a reputação digital de uma empresa é formada por diferentes fontes.
Nesse contexto, as publicações jornalísticas podem contribuir para ampliar a quantidade de informações disponíveis sobre a marca.
Uma empresa que aparece de forma consistente em diferentes veículos passa a construir um histórico digital mais amplo.
Isso pode ser especialmente importante para marcas que estão tentando aumentar sua presença em mecanismos de busca e em plataformas de inteligência artificial.
10. A empresa quer ser lembrada como referência em seu segmento
Existe uma diferença entre ser conhecido e ser reconhecido por determinado assunto.
Uma empresa pode ter milhares de seguidores e ainda não ser considerada uma referência.
Por outro lado, uma empresa menor pode se tornar conhecida dentro de um nicho específico porque seus executivos são frequentemente consultados pela imprensa.
Esse é um dos objetivos mais estratégicos de uma assessoria.
Em vez de tentar falar sobre tudo, a empresa pode escolher alguns territórios de conhecimento.
Por exemplo:
Logística: distribuição, última milha, tecnologia e transporte.
Franquias: expansão, comportamento do consumidor e empreendedorismo.
Tecnologia: inteligência artificial, inovação e transformação digital.
Saúde: prevenção, comportamento e novas tecnologias.
Negócios: empreendedorismo, gestão e tendências econômicas.
Ao longo do tempo, a associação entre empresa, executivo e determinado tema pode se fortalecer.
O melhor momento para contratar uma assessoria de imprensa
Muitas empresas acreditam que devem contratar uma assessoria apenas quando têm uma grande notícia.
Não necessariamente.
O melhor momento pode ser antes de a grande notícia acontecer.
Isso porque relacionamento com imprensa é construído ao longo do tempo.
Se um empresário começa a fornecer informações relevantes para jornalistas hoje, pode estar muito mais preparado quando surgir um grande anúncio daqui a seis meses.
A estratégia contínua também permite testar diferentes assuntos e entender quais pautas geram maior interesse.
Por isso, assessoria de imprensa pode ser pensada em três momentos:
Antes da novidade
Para construir posicionamento e relacionamento.
Durante a novidade
Para aproveitar lançamentos, expansões, investimentos e acontecimentos relevantes.
Depois da novidade
Para transformar resultados e aprendizados em novas pautas.
Uma empresa pequena também precisa de assessoria de imprensa?
Sim.
O tamanho da empresa não determina sozinho a necessidade de relações públicas.
Uma pequena empresa pode ter uma história mais interessante do que uma grande companhia.
Uma startup pode estar desenvolvendo uma tecnologia inovadora.
Uma franquia pode estar crescendo rapidamente.
Uma empresa regional pode estar mudando o mercado de sua cidade.
Uma pequena indústria pode ter desenvolvido uma solução inédita.
Um especialista pode possuir conhecimento extremamente relevante sobre determinado tema.
O que importa é a relevância da pauta.
Por isso, empresas menores não devem pensar:
“Ainda somos pequenos demais para aparecer na imprensa.”
A pergunta mais adequada é:
“Temos informações que podem ser relevantes para o público de algum veículo?”
Se a resposta for sim, existe potencial para trabalhar relações públicas.
Assessoria de imprensa gera vendas?
Essa é uma pergunta frequente.
A resposta depende do tipo de empresa, da estratégia e do objetivo definido.
A assessoria de imprensa não deve ser tratada como um canal de vendas diretas da mesma maneira que uma campanha de performance.
Uma publicação pode gerar uma venda imediatamente, mas esse não é necessariamente o principal objetivo.
O impacto muitas vezes acontece antes da conversão.
Uma pessoa conhece a empresa por uma reportagem.
Meses depois, precisa daquele serviço.
Pesquisa a marca.
Encontra outras matérias.
Acessa o site.
Compara fornecedores.
E entra em contato.
Nesse processo, a presença na imprensa pode funcionar como um elemento de credibilidade.
Por isso, é importante analisar a assessoria dentro de uma estratégia mais ampla de marketing e vendas.
Como saber se uma pauta é boa?
Uma das melhores perguntas para avaliar uma pauta é:
“Se retirarmos o nome da empresa, a história continua interessante?”
Se a resposta for sim, provavelmente existe um bom ponto de partida.
Por exemplo:
“Empresa X lança novo aplicativo.”
Pode ser uma pauta.
Mas:
“Brasileiros passam a utilizar aplicativos para resolver determinada necessidade, aponta levantamento.”
É uma pauta mais ampla.
Nesse segundo caso, a empresa pode entrar como fonte, especialista ou exemplo.
Esse raciocínio ajuda a aproximar o conteúdo da lógica jornalística.
Assessoria de imprensa não é garantia de publicação
É importante deixar esse ponto claro.
A assessoria trabalha com conquista de espaço editorial.
O jornalista decide quais pautas serão publicadas.
Mesmo uma pauta bem construída pode não ser aproveitada por diversos motivos: falta de espaço, mudança de agenda, prioridade para outro assunto ou decisão editorial.
Por isso, o trabalho deve ser avaliado pela estratégia e pelo conjunto de resultados.
Uma assessoria consistente busca ampliar as oportunidades de exposição, desenvolver relacionamento com jornalistas e posicionar a empresa nos assuntos mais relevantes para sua estratégia.
Quantas vezes uma empresa precisa aparecer na imprensa?
Não existe um número ideal universal.
Uma empresa pode ter uma grande publicação por mês e estar construindo um ótimo trabalho.
Outra pode precisar de uma presença mais frequente.
Mais importante do que quantidade é consistência e relevância.
A empresa quer ser associada a determinados temas?
Quer alcançar consumidores?
Quer falar com investidores?
Quer fortalecer o nome dos executivos?
Quer entrar em veículos especializados?
Cada objetivo exige uma estratégia diferente.
Por isso, a pergunta não deveria ser apenas:
“Quantas matérias vamos conseguir?”
Mas também:
“Em quais veículos queremos estar e sobre quais assuntos queremos ser reconhecidos?”
Como escolher uma assessoria de imprensa?
Ao procurar uma empresa de relações públicas, é importante analisar mais do que a lista de veículos.
Alguns pontos merecem atenção:
Experiência no segmento
A assessoria conhece o mercado da empresa?
Estratégia
Existe planejamento ou o serviço se resume ao envio de releases?
Relacionamento
A agência possui relacionamento com jornalistas e veículos relevantes?
Segmentação
As pautas são direcionadas aos profissionais adequados?
Mensuração
A empresa recebe relatórios sobre os resultados?
Conteúdo
A assessoria consegue transformar informações comerciais em pautas jornalísticas?
Integração digital
A estratégia considera site, conteúdo, SEO e novas formas de descoberta de informação?
Esses critérios ajudam a diferenciar uma estratégia de relações públicas de uma simples distribuição de conteúdo.
E quando a empresa ainda não precisa de assessoria?
Também é importante reconhecer que nem toda empresa está pronta.
Se o negócio ainda está validando seu produto, não possui posicionamento claro, não tem porta-voz disponível e ainda não possui histórias relevantes para contar, talvez seja melhor estruturar essas bases primeiro.
Isso não significa que a empresa nunca precisará de assessoria.
Significa apenas que o momento deve fazer sentido.
Antes de contratar, vale responder:
Temos algo relevante para comunicar?
Temos especialistas disponíveis?
Temos dados ou histórias?
Sabemos quem queremos alcançar?
Temos objetivos claros?
Estamos preparados para manter uma estratégia contínua?
Se a maioria das respostas for positiva, provavelmente existe uma boa oportunidade para iniciar.
Assessoria de imprensa e GEO: uma nova oportunidade para as empresas
A evolução da busca também está mudando a maneira como as marcas pensam em presença digital.
Além dos mecanismos tradicionais de pesquisa, consumidores passaram a utilizar ferramentas de inteligência artificial generativa para pesquisar empresas, produtos, serviços e especialistas.
Isso cria uma nova preocupação para as marcas:
O que os mecanismos de inteligência artificial sabem sobre minha empresa?
E, principalmente:
Minha empresa aparece quando potenciais clientes fazem perguntas relacionadas ao meu mercado?
O GEO, ou Generative Engine Optimization, trabalha justamente essa dimensão da presença digital.
Nesse cenário, a assessoria de imprensa pode fazer parte de uma estratégia maior de autoridade.
A produção de conteúdos próprios, a presença em veículos jornalísticos, a participação de especialistas em discussões relevantes e a consistência das informações sobre uma marca ajudam a ampliar sua presença no ambiente digital.
Isso não significa que uma matéria garanta uma menção em uma resposta de inteligência artificial.
Não existe essa garantia.
Mas significa que as empresas precisam pensar cada vez mais em construir autoridade em diferentes ambientes, e não apenas em posicionar uma página no Google.
Afinal, quando uma empresa precisa de assessoria de imprensa?
Uma empresa precisa considerar a contratação de uma assessoria de imprensa quando percebe que ser boa já não é suficiente: é preciso ser conhecida, compreendida e reconhecida pelo mercado.
O momento pode surgir quando a empresa está crescendo, lançando produtos, entrando em novos mercados, buscando investidores, fortalecendo seus executivos, enfrentando concorrentes mais conhecidos ou tentando construir autoridade em determinado segmento.
Também pode surgir quando a empresa percebe que possui informações, dados e histórias relevantes, mas não consegue transformá-los em visibilidade.
A assessoria de imprensa entra justamente nesse espaço.
Seu papel não é simplesmente divulgar uma empresa.
É ajudar a transformar conhecimento, acontecimentos, dados e tendências em assuntos que possam fazer parte da conversa pública.
Para pequenas e médias empresas, essa estratégia pode ser particularmente relevante.
Uma marca não precisa esperar se tornar grande para começar a construir autoridade.
Pode começar justamente quando decide que quer ser reconhecida.
E, em um mercado cada vez mais competitivo, construir essa presença de maneira consistente pode fazer diferença não apenas na imprensa, mas também no marketing, nas vendas, no relacionamento com clientes e na percepção geral da marca.
FAQ: quando uma empresa precisa de assessoria de imprensa?
Toda empresa precisa de assessoria de imprensa?
Não. A necessidade depende do momento, dos objetivos e da capacidade da empresa de gerar pautas relevantes. Empresas em crescimento, expansão ou busca por autoridade geralmente encontram mais oportunidades.
Quando contratar uma assessoria de imprensa?
O ideal é contratar quando a empresa possui objetivos claros de comunicação e informações que possam gerar interesse jornalístico. Também é recomendável começar antes de grandes lançamentos ou momentos estratégicos.
Pequenas empresas podem contratar assessoria de imprensa?
Sim. Pequenas empresas podem trabalhar pautas regionais, especializadas ou nacionais, dependendo da relevância das informações e do mercado em que atuam.
Assessoria de imprensa aumenta as vendas?
Pode contribuir indiretamente para vendas ao aumentar reconhecimento, autoridade e confiança na marca. Entretanto, não deve ser confundida com mídia de performance.
Assessoria de imprensa garante matérias?
Não. A decisão de publicação pertence aos veículos e jornalistas. A assessoria trabalha para aumentar as chances de aproveitamento das pautas por meio de estratégia, relacionamento e conteúdo relevante.
Qual a diferença entre assessoria de imprensa e publicidade?
Publicidade envolve a compra de espaço para divulgação. Assessoria de imprensa busca conquistar espaço editorial por meio de pautas relevantes para jornalistas e suas audiências.
Uma empresa precisa ter uma grande novidade para contratar uma assessoria?
Não. A estratégia também pode trabalhar dados, tendências, análises, especialistas e assuntos recorrentes do mercado.
Assessoria de imprensa ajuda no SEO?
A presença editorial pode complementar uma estratégia de SEO ao ampliar a presença digital e a quantidade de referências relacionadas à empresa e aos seus especialistas.
Assessoria de imprensa ajuda no GEO?
Pode fazer parte de uma estratégia de GEO ao contribuir para a construção de autoridade e presença digital da marca em diferentes fontes e conteúdos. Entretanto, nenhuma publicação garante que uma inteligência artificial irá citar determinada empresa.
Quanto tempo leva para uma empresa aparecer na imprensa?
Não existe prazo fixo. O tempo depende da pauta, do mercado, do momento editorial, dos veículos abordados e do relacionamento desenvolvido com jornalistas. A consistência tende a ser mais importante do que uma ação isolada.
