Começar uma startup exige muito mais do que desenvolver um bom produto. É preciso encontrar clientes, conquistar a confiança do mercado, apresentar diferenciais e mostrar por que aquela empresa merece atenção.
O problema é que muitas startups passam meses desenvolvendo suas soluções, investindo em tecnologia e buscando os primeiros clientes, mas deixam a divulgação em segundo plano. Quando decidem investir em comunicação, acabam concentrando os esforços em redes sociais, anúncios e publicações sobre os próprios produtos.
Esses canais podem ser importantes, mas existe outra frente que eu priorizaria desde o início: a assessoria de imprensa.
Se estivesse começando uma startup hoje, trabalharia para que a empresa fosse conhecida não apenas pelos anúncios que publica, mas também pelas histórias que tem para contar, pelos problemas que ajuda a resolver e pelo conhecimento que seus fundadores podem compartilhar com o mercado.
A assessoria de imprensa pode ajudar nesse processo ao identificar oportunidades editoriais, desenvolver pautas relevantes e aproximar a startup de jornalistas e veículos de comunicação.
Neste artigo, mostro como estruturaria esse trabalho desde o início, quais pautas desenvolveria e como usaria a presença na mídia para construir reconhecimento e credibilidade.
1. Eu começaria definindo pelo que a startup quer ser conhecida
Antes de procurar jornalistas, eu responderia a uma pergunta: quando alguém ouvir falar da minha startup, qual associação gostaria que fizesse com a marca?
Essa definição é fundamental porque a assessoria de imprensa não deve se limitar a divulgar novidades. Ela também pode contribuir para construir um posicionamento consistente ao longo do tempo.
Imagine uma startup que desenvolveu uma plataforma de inteligência artificial para automatizar tarefas financeiras. Ela poderia tentar divulgar todas as funcionalidades do produto. Mas talvez fosse mais interessante construir uma presença associada à transformação da gestão financeira das pequenas e médias empresas.
Nesse segundo caminho, os porta-vozes poderiam comentar desafios do setor, explicar tendências, analisar mudanças de comportamento e apresentar exemplos de como a tecnologia está sendo aplicada.
A empresa continuaria divulgando sua solução, mas passaria a ter mais possibilidades de contribuir com assuntos de interesse jornalístico.
Como definir esse posicionamento?
Eu começaria identificando três elementos:
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Especialidade: sobre quais assuntos a startup possui conhecimento relevante?
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Mercado: quais problemas, mudanças ou tendências afetam seu setor?
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Porta-voz: quem tem experiência para explicar esses assuntos de forma clara?
A partir daí, definiria os temas prioritários para a comunicação e os assuntos sobre os quais os executivos poderiam contribuir com jornalistas.
O objetivo seria fazer com que a startup fosse reconhecida por um território de conhecimento específico, em vez de tentar falar sobre tudo.
2. Eu transformaria a história da startup em pautas jornalísticas
Uma das primeiras coisas que faria seria abandonar a ideia de que toda divulgação precisa começar com um anúncio sobre a empresa.
O lançamento de um produto, a conquista de um cliente ou uma rodada de investimento podem render notícias, dependendo da relevância dos acontecimentos. Entretanto, uma startup não precisa esperar por grandes novidades para começar a construir sua presença na imprensa.
O caminho seria encontrar assuntos que conectassem o conhecimento da empresa aos interesses do público.
Por exemplo, uma startup de recrutamento poderia contribuir para reportagens sobre mudanças nos processos seletivos. Uma empresa de tecnologia para logística poderia explicar os desafios das entregas urbanas. Uma fintech poderia comentar tendências de crédito e gestão financeira.
Em todos esses casos, a startup teria a oportunidade de apresentar seus conhecimentos sem transformar a pauta em uma propaganda.
Cinco caminhos para criar pautas
1. Tendências do setor
Identificar mudanças relevantes no mercado e explicar seus impactos para empresas e consumidores.
2. Problemas que ainda precisam de soluções
Mostrar desafios recorrentes enfrentados pelo público e apresentar informações que ajudem a compreendê-los.
3. Dados e pesquisas
Desenvolver levantamentos com metodologia transparente para identificar tendências e produzir informações úteis para jornalistas.
4. Experiência dos fundadores
Utilizar o conhecimento dos executivos para analisar assuntos relacionados à sua área de atuação.
5. Resultados e histórias de clientes
Apresentar casos concretos que demonstrem como determinado problema foi enfrentado, sempre com autorização e dados verificáveis.
A assessoria de imprensa ajuda a avaliar quais desses caminhos podem render pautas e como apresentar cada assunto aos veículos mais adequados.
3. Eu colocaria os fundadores no centro da estratégia de comunicação
No início de uma startup, os fundadores geralmente são as pessoas que melhor conhecem o problema que motivou a criação do negócio.
Eles acompanham as dificuldades dos clientes, entendem as limitações das soluções existentes e possuem uma visão particular sobre o futuro do mercado.
Esse conhecimento pode ser aproveitado pela assessoria de imprensa para posicionar os executivos como fontes especializadas.
Em vez de divulgar apenas a marca, eu trabalharia para que os fundadores fossem reconhecidos por sua capacidade de analisar o setor em que atuam.
Como fazer isso na prática?
Primeiro, definiria os assuntos sobre os quais cada executivo pode falar com propriedade. Depois, organizaria informações, exemplos e dados que ajudassem a sustentar suas opiniões.
Também prepararia os porta-vozes para entrevistas, com atenção à clareza das respostas, à objetividade e à capacidade de explicar temas complexos sem excesso de termos técnicos.
A partir daí, a assessoria poderia identificar oportunidades para oferecer esses executivos como fontes para reportagens, entrevistas, análises e comentários sobre acontecimentos relevantes.
Esse trabalho exige consistência. Uma entrevista isolada pode gerar visibilidade, mas a construção de reconhecimento depende de uma presença coerente ao longo do tempo.
4. Eu não esperaria um grande lançamento para procurar a imprensa
Um erro comum é procurar jornalistas apenas quando existe um produto novo, uma rodada de investimento ou uma parceria importante para anunciar.
Esses acontecimentos podem ser boas oportunidades, mas não são as únicas.
Se estivesse começando uma startup hoje, construiria uma agenda de pautas contínua, acompanhando os assuntos que movimentam o mercado e identificando como a empresa poderia contribuir para as discussões.
Uma startup não precisa ser protagonista de todas as matérias. Em determinadas situações, participar como fonte especializada pode ser mais interessante do que tentar transformar a empresa no assunto principal.
O que eu acompanharia?
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Notícias e tendências do setor.
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Indicadores econômicos relevantes.
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Mudanças regulatórias.
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Pesquisas publicadas por entidades confiáveis.
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Dúvidas frequentes dos clientes.
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Novas demandas do mercado.
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Acontecimentos que tenham relação direta com a especialidade dos fundadores.
Com esse acompanhamento, seria possível identificar oportunidades de pauta e preparar contribuições antes de entrar em contato com os jornalistas.
A assessoria de imprensa teria o papel de conectar essas informações aos veículos, editorias e profissionais mais alinhados a cada assunto.
5. Eu buscaria os veículos certos, não apenas os mais famosos
Para uma startup desconhecida, aparecer em um grande veículo pode ser interessante. Mas isso não significa que toda estratégia deva começar tentando conquistar espaço nos maiores jornais, revistas ou portais do país.
O mais importante é identificar onde está o público que a empresa deseja alcançar e quais veículos têm relevância para esse mercado.
Uma startup de tecnologia para hospitais pode encontrar oportunidades em veículos especializados em saúde e gestão hospitalar. Uma empresa de software para pequenas empresas pode ter assuntos relevantes para publicações de empreendedorismo e negócios.
Esses canais podem ajudar a construir reconhecimento junto a públicos mais próximos do mercado atendido.
Como escolher os veículos?
Eu consideraria:
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A linha editorial e os assuntos abordados.
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O perfil dos leitores.
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A relevância do veículo no segmento.
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As editorias e os jornalistas que cobrem o tema.
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A adequação da pauta ao tipo de publicação.
A assessoria de imprensa deve considerar esses fatores antes de apresentar uma sugestão de pauta.
Também é importante entender que a decisão final de publicar uma matéria pertence ao veículo. Uma estratégia bem planejada aumenta a qualidade da abordagem, mas não garante cobertura editorial.
6. Eu prepararia a startup para aproveitar a visibilidade
Conseguir a atenção de um jornalista é apenas parte do processo. Quando a empresa passa a receber mais consultas e visitas, precisa estar preparada para apresentar sua solução e responder às dúvidas do público.
Por isso, antes de iniciar a divulgação, organizaria alguns elementos básicos.
O site deveria explicar o que a empresa faz, quem atende e como entrar em contato. Os perfis dos fundadores precisariam apresentar informações profissionais atualizadas. A descrição institucional deveria ser objetiva e consistente.
Também prepararia os porta-vozes para responder perguntas sobre a empresa, o mercado e os diferenciais da solução.
Esse cuidado ajuda a evitar uma situação comum: a startup conquista visibilidade, mas as pessoas não encontram informações suficientes para compreender sua proposta.
A assessoria de imprensa pode orientar a preparação dos materiais e das mensagens institucionais, contribuindo para que a empresa esteja pronta para aproveitar as oportunidades de exposição.
7. Eu usaria a assessoria de imprensa para construir credibilidade
Uma startup enfrenta um desafio particular: precisa conquistar a confiança de pessoas que talvez nunca tenham ouvido falar dela.
Isso pode afetar a maneira como potenciais clientes avaliam sua solução, especialmente em mercados nos quais a decisão de compra exige investimento, mudança de processos ou acesso a informações importantes.
A presença editorial em veículos de comunicação pode contribuir para ampliar o reconhecimento da marca e apresentar seus executivos a novos públicos.
É importante, porém, distinguir a publicação jornalística de um anúncio publicitário. A assessoria de imprensa trabalha com pautas e oportunidades editoriais, e a publicação depende da avaliação dos jornalistas.
O valor desse trabalho está em identificar histórias relevantes, preparar fontes, oferecer informações e desenvolver relacionamentos profissionais com a imprensa.
Credibilidade também depende do conteúdo
Eu não tentaria construir autoridade apenas pela quantidade de publicações. Observaria os assuntos abordados, a pertinência dos veículos, o contexto das citações e a consistência das informações.
Também evitaria exagerar resultados ou apresentar objetivos futuros como se já tivessem sido alcançados.
A reputação de uma startup deve acompanhar a realidade do negócio. Informações transparentes, porta-vozes preparados e contribuições relevantes são fundamentais para sustentar esse processo.
8. Eu integraria a assessoria de imprensa ao marketing da startup
A assessoria de imprensa não precisa funcionar isoladamente. Seus temas e aprendizados podem contribuir para outras frentes da comunicação.
Uma entrevista pode inspirar um artigo assinado. Uma pesquisa pode render uma pauta jornalística e também um conteúdo para o blog. Uma análise de mercado pode ser adaptada para uma publicação profissional dos fundadores.
Essa integração ajuda a aproveitar melhor o conhecimento produzido pela empresa.
Como eu organizaria essa integração?
Imprensa: desenvolver pautas, oferecer fontes e identificar oportunidades de exposição editorial.
Blog: aprofundar temas relevantes e responder a dúvidas recorrentes do público.
LinkedIn: compartilhar análises, aprendizados e opiniões dos executivos.
Site institucional: reunir informações confiáveis sobre a startup, seus serviços e sua equipe.
Materiais comerciais: utilizar explicações e casos reais para apoiar conversas com potenciais clientes.
Cada canal tem sua função. Uma matéria jornalística não é equivalente a um anúncio, assim como um artigo próprio não substitui a avaliação editorial de um veículo.
O objetivo seria manter uma mensagem coerente entre os canais e ampliar as oportunidades para que diferentes públicos conheçam a empresa.
9. Eu mediria a evolução da presença na mídia
Se o objetivo é tornar uma startup conhecida, é importante acompanhar como sua presença evolui.
Não olharia apenas para o número de matérias publicadas. Também avaliaria a relevância dos veículos, os assuntos em que a empresa aparece e as oportunidades de relacionamento que surgem a partir da divulgação.
Quais indicadores acompanharia?
Publicações: quantidade, relevância e contexto das matérias que mencionam a empresa ou seus porta-vozes.
Temas: quais assuntos estão associados à startup e se eles correspondem ao posicionamento desejado.
Presença dos fundadores: oportunidades em que os executivos contribuem como fontes ou especialistas.
Visibilidade digital: evolução das buscas pela marca e do tráfego para o site, observando as limitações para atribuir resultados a uma única ação.
Oportunidades comerciais: contatos e conversas em que a comunicação tenha contribuído para que alguém conhecesse a empresa.
A análise deve ser periódica. Com esses dados, a startup pode identificar quais temas despertam mais interesse, quais abordagens merecem ser aprimoradas e onde existem novas oportunidades.
O importante é estabelecer expectativas realistas. A assessoria de imprensa pode contribuir para a visibilidade e a credibilidade, mas não garante um volume específico de matérias nem resultados comerciais determinados.
10. Eu começaria com um plano de 90 dias
Para transformar a estratégia em execução, organizaria os primeiros três meses em etapas.
Primeiros 30 dias: preparar a base
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Definir o posicionamento e os temas prioritários.
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Preparar os fundadores como porta-vozes.
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Organizar as informações institucionais.
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Mapear veículos, editorias e jornalistas relevantes.
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Desenvolver as primeiras sugestões de pauta.
Dias 31 a 60: iniciar o relacionamento
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Apresentar pautas alinhadas ao perfil dos veículos.
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Oferecer porta-vozes para assuntos relevantes.
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Acompanhar notícias e novas oportunidades.
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Ajustar as abordagens conforme as respostas recebidas.
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Integrar os temas da imprensa aos conteúdos próprios.
Dias 61 a 90: avaliar e aprimorar
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Analisar as oportunidades e publicações conquistadas.
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Identificar os assuntos com maior aderência editorial.
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Avaliar a evolução da presença da marca e dos fundadores.
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Planejar novas pautas e fontes de informação.
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Definir as prioridades do próximo trimestre.
Esse plano não representa uma promessa de publicações em determinado prazo. O resultado depende da relevância das pautas, do contexto jornalístico, da disponibilidade de informações e da avaliação de cada veículo.
A vantagem de trabalhar com um plano é estabelecer uma rotina de comunicação, acompanhar os aprendizados e evitar que a divulgação aconteça apenas quando surge uma novidade.
11. Eu evitaria os erros que fazem uma startup passar despercebida
Ao estruturar a divulgação, prestaria atenção a alguns erros recorrentes.
Falar somente sobre o produto. A comunicação precisa explicar o contexto, os problemas do mercado e a contribuição da empresa.
Enviar a mesma pauta para todos os jornalistas. Cada abordagem deve considerar os assuntos e o público do veículo.
Esperar que a imprensa publique qualquer novidade. Nem todo lançamento tem relevância jornalística. A pauta precisa apresentar um motivo concreto para despertar interesse.
Desistir após as primeiras tentativas. A construção de relacionamento e o desenvolvimento de pautas exigem continuidade, embora a estratégia deva ser ajustada conforme os aprendizados.
Confundir exposição com reputação. Uma grande quantidade de menções não significa, necessariamente, que a empresa esteja sendo associada aos assuntos desejados.
Prometer resultados que não podem ser garantidos. O trabalho de assessoria de imprensa deve ser transparente sobre seus objetivos e sobre a independência editorial dos veículos.
Evitar esses erros ajuda a tornar a comunicação mais profissional e aumenta a possibilidade de construir uma presença consistente no mercado.
Conclusão: para tornar uma startup conhecida, eu começaria pela imprensa
Se estivesse começando uma startup hoje, não esperaria a empresa crescer para começar a trabalhar sua reputação. Organizaria desde cedo uma estratégia de assessoria de imprensa para identificar pautas, preparar os fundadores e criar oportunidades de relacionamento com jornalistas.
A proposta não seria divulgar a empresa a qualquer custo, mas encontrar assuntos relevantes que permitissem apresentar seus conhecimentos, explicar os problemas que resolve e participar de discussões importantes para seu mercado.
Com o tempo, esse trabalho poderia ser integrado ao marketing de conteúdo, à presença digital e às iniciativas comerciais, criando uma comunicação mais consistente.
Tornar uma startup conhecida exige planejamento e continuidade. A assessoria de imprensa pode fazer parte dessa construção ao ajudar a empresa a conquistar oportunidades editoriais e a desenvolver sua presença pública.
Afinal, não basta criar uma boa startup. É preciso construir motivos para que o mercado a conheça, entenda o que ela faz e reconheça sua relevância.